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Sobrevivência policial – Morrer não faz parte do plano

O simples voluntariado para se tornar policial, proteger os cidadãos e servir à nação pode ser perigoso. E são muitas as responsabilidades e os riscos envolvidos nas tarefas policiais.

Acompanhamentos, perseguições automotivas, barreiras e abordagens veiculares.
Atendimentos às ocorrências de distúrbios (discussões entre familiares, brigas em bares, conflitos no trânsito, saqueadores, pessoas armadas, trato com indivíduos mentalmente perturbados, pessoas com sofrimento emocional e disparos em vias públicas).
Atividades em locais insalubres.
Investigações de situações e pessoas suspeitas (arrombamentos, furtos e roubos em andamento).

Operações de inteligência (infiltrações em ambientes hostis, vigilâncias, ações sob disfarce, trato com informantes).
Patrulhamento de rotina.
Preservação de patrimônios público e particular.
Prisões e interrogatórios de criminosos.
Segurança de autoridades.
Supervisão de prisioneiros sob custódia, etc.

Além disso, muitos policiais são intencionalmente perseguidos, emboscados, torturados e executados simplesmente por causa de suas escolhas profissionais. Então soma-se outra missão, imprescindível e pessoal, que é PROTEGER A PRÓPRIA VIDA.

Não é preciso grande esforço para perceber que o trabalho policial continua sendo uma profissão de alto risco.

Não existem explicações simples sobre as circunstâncias que envolvem as mortes de determinados policiais, enquanto outros escapam ilesos em situações semelhantes. A complexidade da mentalidade e da atividade criminosa dificulta um simples método de proteção policial.

Morrer não faz parte do plano

Raros homens são capazes de deliberadamente escolherem uma profissão na qual a atividade diária está rodeada pela possibilidade de ser ferido gravemente ou morto. Esses homens, se não pela abnegação, sabem que não ficarão ricos nem serão reconhecidos pela sociedade e pelo Estado que decidiram proteger.


Por essas razões, e conhecendo os riscos e consequências das tarefas desempenhadas por centenas de milhares de policiais brasileiros, que informações relevantes para a sua salvaguarda foram reunidas e examinadas neste livro.

Denominado SOBREVIVÊNCIA POLICIAL – MORRER NÃO FAZ PARTE DO PLANO (Clube de Autores, 2018, 539 páginas, 1ª edição, 21 x 29,7 cm), a obra traz informações capazes de persuadir o policial de que a aptidão para estar a salvo será temporária se não for cultivada por meio de ações diárias e eficazes. Um dos seus propósitos é elevar o nível de alerta e criar uma direção rumo à evolução do treinamento e do comportamento policial.


Entretanto os dados, as descobertas, teorias e princípios apresentados nesta obra de modo algum esgotam a aplicação ou o desenvolvimento de técnicas de segurança e comportamento policial, pois não há uma receita pronta capaz de ser aplicada com eficácia em todas as situações críticas que um policial pode vivenciar.


Assim, é provável que haja mais perguntas do que respostas. Mas isso é sempre positivo, pois quanto maior o debate e a importância dada ao assunto, maior a chance de haver alguma mudança que favoreça a segurança e o bem-estar do policial brasileiro.


Finalmente, o livro intercala as histórias de policiais que perderam o confronto de suas vidas, bem como as narrativas daqueles que sobreviveram.

Desse modo, o leitor pode avaliar as ocorrências para determinar o que foi feito de errado e o que ele faria se estivesse no lugar dos colegas.


Para conhecer mais sobre o livro, acesse o site do Clube de Autores (www.clubedeautores.com.br), siga as instruções e boa leitura!

Sobre o autor:

Humberto Wendling é Agente Especial da Polícia Federal, Professor de Armamento e Tiro, Autor dos livros Autodefesa contra o crime e a violência – Um guia para civis e policiais e Sobrevivência policial – morrer não faz parte do plano

Contato:

E-mail: humberto.wendling@gmail.com
Blog: www.comunidadepolicial.blogspot.com
Blog: www.autodefesacontraocrime.blogspot.com
YouTube: Humberto Wendling

SUMÁRIO


Introdução
O tempo e o dever


Sua missão não acaba quando a tarefa termina
Treinamento difícil, combate fácil! Será?
Os seis fatores da sobrevivência policial

E o que é a sobrevivência policial?
Onde mais podemos melhorar?
A importância do tema

Os fatores da sobrevivência policial: o fator psicológico
A incredulidade
A vontade de sobreviver
Superando o estresse
A atitude
A tolerância
O medo
A ansiedade
O pânico
O ódio
A raiva
A impaciência
A solidão
O tédio
O conforto e a apatia
A desesperança
A dependência
A insegurança
A autodeterminação
A dor
A rusticidade
Como desenvolver uma mente combativa?
Você não é o único capaz de desenvolver uma mente combativa
O Tiroteio de Miami e como uma mente combativa impôs sérios danos ao FBI

Os fatores da sobrevivência policial: o fator físico
Atividade física e o desempenho no trabalho policial
Onde nós estamos agora?
Atividade física e a sobrevivência policial
O que se pode fazer durante o expediente interno
A importância da iniciativa institucional
E agora?
Conclusão

O relatório sobre policiais mortos e feridos nos Estados Unidos
O currículo básico do policial
As histórias de alguns policiais que fazem parte das estatísticas

Dados sobre confrontos armados nos Estados Unidos, comentários e lições aprendidas
Policiais agredidos – Tipo de arma, quantidade e percentual de feridos
Policiais agredidos – Horário do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Total de policiais mortos
Policiais mortos intencionalmente – Horário do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Dia do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Mês do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Sexo do policial
Policiais mortos intencionalmente – Idade do policial
Policiais mortos intencionalmente – Tempo de serviço policial
Policiais mortos intencionalmente – Tipo de assistência na hora do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Ocorrência na cena do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Tipo de arma
Policiais agredidos – Tipo de incidente versus tipo de arma
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Tipo de arma e calibre
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Uso da arma durante o incidente
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Distância entre policial e agressor
Policiais mortos intencionalmente – Roubo da arma do policial por parte do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Policial vestindo uniforme, colete balístico e coldre
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Local do ferimento fatal
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Local do ferimento fatal e uso do colete balístico
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Ponto de entrada do projétil no tronco do policial com colete balístico
Policiais mortos intencionalmente por armas de fogo – Colete balístico perfurado
Policiais mortos intencionalmente – Relação entre agressor e policial
Policiais mortos intencionalmente – Situação do agressor no momento do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Histórico criminal conhecido do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Sexo do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Idade do agressor
Policiais agredidos – Condição socioeconômica do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Sentença recebida ou situação do agressor
Policiais mortos intencionalmente em perseguições/abordagens no trânsito – Atividade do policial na cena do incidente durante barreira
Policiais mortos intencionalmente em perseguições/abordagens no trânsito – Nível da atividade do policial na cena do incidente
Policiais mortos intencionalmente – Tipo de comunidade
Policiais mortos intencionalmente – Tipo de local
Policiais mortos intencionalmente – Condição de luminosidade e visibilidade
Policiais mortos intencionalmente – Iniciativa da ocorrência
Policiais mortos intencionalmente – Número de policiais presentes (além da vítima)
Policiais mortos intencionalmente – Número de suspeitos presentes (além dos agressores)
Policiais mortos intencionalmente – Intervalo de tempo no local antes do ataque
Policiais mortos intencionalmente – Melhoria na instituição policial como resultado do ataque
Policiais mortos intencionalmente – Tipo de ataque
Policiais mortos intencionalmente – Atividade mais frequente ou posição do policial
Policiais mortos intencionalmente – Motivo do ataque do agressor
Policiais agredidos – Motivo do ataque do agressor
Policiais agredidos – Estado mental do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Habilidade para disparar a arma
Policiais mortos intencionalmente – Número de ferimentos no policial
Policiais mortos intencionalmente – Número de ferimentos no agressor
Policiais mortos intencionalmente – Situação do agressor em razão do confronto
Policiais mortos intencionalmente – Condição da arma do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Condição conhecida da arma do agressor
Policiais mortos intencionalmente – Esconderijo da arma do agressor
Policiais agredidos – Razão do agressor para a escolha da arma
Policiais mortos intencionalmente – Luta corporal e circunstância do ataque
Policiais mortos intencionalmente – Potencial para violência
Outros dados – Taxa de acertos
Outros dados – Taxa de acertos versus distância
Outros dados – Taxa de acertos por tipo de arma
Outros dados – Taxa de acertos versus condições de visibilidade e luminosidade
Outros dados – Uso do equipamento menos letal antes do confronto armado
Outros dados – Quantidade e tipo de disparo de arma de fogo
Outros dados – Quantidade de disparo de arma de fogo contra o agressor
Outros dados – Comportamento do policial durante o confronto armado
Outros dados – Disparo acidental, circunstância e resultado
Outros dados – Fogo cruzado e resultado
Outros dados – Falha do equipamento antes e durante o confronto armado
Outros dados – Equipamentos menos letais versus agressores mortos
Outros dados – Comportamento do suspeito durante o confronto armado
Outros dados – Resultado do confronto armado
Outros dados – Policiais mortos no cumprimento do dever nos Estados Unidos desde 1791
Outros dados – Policiais mortos no cumprimento do dever nos Estados Unidos desde 1791 (por categoria)
Outros dados – Risco vivido por policiais do Rio de Janeiro
Outros dados – Risco percebido por policiais do Rio de Janeiro
Outros dados – Policiais militares do Rio de Janeiro feridos e mortos
Outros dados – Fórum Brasileiro de Segurança Pública

O Incidente de Newhall
Quatro minutos e meio
Após o confronto
O que os policiais americanos aprenderam com o Incidente de Newhall
Munições usadas nos treinamentos e no trabalho
Os alvos para treinamento
O método de recarga do revólver
O estado mental do policial
Os sinais de perigo
Sobre “avançar em direção à ocorrência”
Técnicas de abordagem de alto risco
A entrada numa área controlada pelo suspeito
O uso correto da espingarda
Sobre o policial que faz o contato e o policial de cobertura
O estado mental dos assassinos
Parando na zona quente
O uso da viatura como barricada (proteção)
Sobre o poder de fogo
O treinamento com armas de fogo
O uso do colete balístico
Sobre a solução de panes e a transição de armas

Os fatores da sobrevivência policial: o fator comportamento
O fator comportamento
Descrição do comportamento dos policiais mortos e agredidos
Erros que custam vidas

Áreas de estudo: retornando ao currículo básico do policial
1. Planejamento tático
2. Indicadores de ameaça
3. Armamento e tiro
4. Aproximação, movimentação, posicionamento e uso de barricadas
5. Controle/domínio, busca, prisão, defesa pessoal desarmada e retenção de arma
6. Comunicação
7. Treinamento mental e desejo de sobreviver
8. Complacência e preocupação
9. Excesso de confiança
10. Condicionamento físico
11. Uso da força letal

Conclusão
Lições aprendidas
Tabelas, dados e informações nacionais
Policiais não podem perder o confronto
Às vezes, para proteger vidas inocentes, outra vida tem que ser tomada
Apêndice
O silêncio vale ouro
O que há de certo e errado na Portaria nº 4.226?
Formulário 1-701 – FBI Law Enforcement Officers Killed and Assaulted Program

Ler para aprender
Written by Time WTM

resenha do livro enviada pelo autor.


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