Proteja Quem Vai Salvar Sua Vida
Quando segundos decidem tudo, improviso mata
A tragédia da Maratona de Boston, em 2013, deixou uma lição dura e inquestionável: meios de fortuna não substituem equipamentos adequados quando o assunto é controle rápido de sangramento. Naquele cenário, improvisos custaram tempo — e tempo, em trauma, custa vidas.
Comparados a dispositivos comerciais homologados, como os torniquetes táticos, os meios improvisados se mostraram menos eficazes, mais lentos e mais perigosos para quem precisava de intervenção imediata.
E é preciso deixar isso muito claro:
👉 a aplicação de um torniquete acontece sob estresse extremo, com visão turva, mãos trêmulas e segundos escorrendo.
Não é ambiente para gambiarra.
Não é momento para “dar um jeito”.

Sangramento: o inimigo silencioso
Em condições normais, o fluxo sanguíneo de uma artéria femoral gira em torno de 350 ml por minuto. Quando essa artéria é lesionada, a resistência natural ao fluxo desaparece. O resultado é uma perda massiva e acelerada de sangue, que pode levar à morte em poucos minutos.
Isso sem considerar:
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Lesões associadas
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Múltiplos vasos comprometidos
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Falha nos mecanismos fisiológicos de compensação
Por isso, o controle imediato da hemorragia não é opcional. É prioridade absoluta.
Protocolo MARCH: ciência aplicada à sobrevivência
O Protocolo MARCH foi desenvolvido pelo comitê TCCC (Tactical Combat Casualty Care), também conhecido como TC3, com base em evidências médicas reais de campo de batalha.
O objetivo é simples:
👉 reduzir mortes evitáveis em situações de trauma.
O MARCH se baseia nas cinco principais causas de morte evitável após uma lesão traumática:
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M – Hemorragia Massiva
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A – Airway (Vias aéreas)
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R – Respiração
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C – Circulação
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H – Head Injury / Hypothermia (Cabeça e hipotermia)
Quando os segundos contam, é fundamental aplicar a intervenção certa, na ordem certa. Esse protocolo não é teoria acadêmica. É resultado direto de milhares de atendimentos em combate.
Você pode encontrar em nosso site, os produtos divididos por categoria conforme o protocolo MARCH, dentro da Linha R.E.S.C clicando Aqui!

R.E.S.Q. — Rapid Emergency Support & Quick-Response
A sigla R.E.S.Q. representa “Rapid Emergency Support & Quick-Response” — Suporte Emergencial Rápido e Resposta Imediata.
Essa linha foi desenvolvida para o APH de combate, onde cada segundo pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Mais que equipamentos, as mochilas R.E.S.Q. são instrumentos de sobrevivência — projetadas para manter o operador calmo, rápido e preciso mesmo sob fogo.
A R.E.S.Q. nasce do princípio de que salvar é um ato de coragem tanto quanto lutar.
Ela representa o ponto em que o guerreiro se transforma em guardião da vida, mantendo a calma onde todos perdem o controle.
Inspirada nos protocolos de TCCC (Tactical Combat Casualty Care), a linha é desenhada para responder com eficiência, mesmo no caos do campo de batalha.
“Stay Calm. Save Lives.”
Esse não é apenas um lema — é a doutrina que guia cada costura, zíper e compartimento das mochilas R.E.S.Q.
Cada modelo é projetado para permitir acesso imediato aos suprimentos críticos, com design modular e disposição lógica, para que o operador encontre o que precisa sem pensar — apenas agir.

As três fases do atendimento TCCC
De acordo com as diretrizes do TCCC, o atendimento ocorre em três fases distintas:
1️⃣ Cuidados Sob Fogo (CUF)
Aqui, a prioridade é a segurança — sua e da vítima. O foco é:
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Neutralizar ou evitar ameaça ativa
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Controlar hemorragias massivas, geralmente com torniquete
2️⃣ Cuidado Tático de Campo (TFC)
Inicia-se quando a ameaça é controlada ou a vítima está em local seguro.
As prioridades seguem o MARCH:
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Hemorragia
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Vias aéreas
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Respiração
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Circulação
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Cabeça e hipotermia
3️⃣ Cuidado de Evacuação Tática (TACEVAC)
Fase de deslocamento da vítima para atendimento definitivo.
Aqui, a ênfase está em:
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Reavaliação constante
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Manutenção das intervenções
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Controle rigoroso da hipotermia
M – Hemorragia Massiva: onde tudo começa
A principal causa de mortes evitáveis em combate e trauma é a hemorragia massiva.
Quando o sangramento ocorre em extremidades — braços ou pernas — o uso de um torniquete homologado é a forma mais rápida e eficaz de controle.
Torniquetes como o SOF® Tourniquet, fabricado pela Tactical Medical Solutions e distribuído no Brasil pela JP Pharma, são projetados exatamente para esse cenário: uso real, sob estresse real.
O torniquete tático é, portanto, a ferramenta número um para combater a principal causa de morte evitável.
E se você não encontrar o torniquete a tempo?
Agora vem a pergunta que quase ninguém gosta de fazer:
👉 E se, no momento crítico, você não localizar o torniquete?
👉 E se ele estiver danificado por mau armazenamento?
De nada adianta investir em um excelente torniquete se ele:
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Está mal protegido
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Sofreu deformação
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Está difícil de acessar
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Exige movimentos finos sob estresse
É exatamente aqui que entra o Porta Torniquete CAT.
Porta Torniquete CAT: proteger quem vai salvar sua vida
A proposta é simples e direta:
👉 proteger o equipamento que vai salvar a sua vida.
O Porta Torniquete CAT foi desenvolvido para garantir:
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Proteção física do torniquete
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Acesso rápido e intuitivo
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Organização do equipamento médico
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Durabilidade em uso operacional
Porque torniquete não é acessório.
É seguro de vida portátil.
Construído para durar — como deve ser
O primeiro passo para sobreviver a uma hemorragia é ter o melhor equipamento possível.
Você investe em torniquetes homologados como CAT, SOFT ou Recon — faz todo sentido investir também no bolso modular que os protege.
Estudos comprovam que o uso correto de torniquetes em combate pode reduzir em até seis vezes a mortalidade em vítimas com sangramento ameaçador à vida.
Não faz sentido proteger mal algo tão crítico.
Cordura 500D: material certo para a missão
O Porta Torniquete CAT é construído em laminado de Cordura 500D, com aditivos técnicos e corte a laser, garantindo resistência estrutural e precisão.
Estrutura inteligente:
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Parte traseira e tampa em laminado de Cordura 500D
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Duas camadas formando o bolso traseiro para tesoura ponta romba
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Parte frontal também em Cordura 500D, garantindo encaixe firme do torniquete
Na tampa, a cruz médica em destaque vermelho e a fita de extração permitem identificação imediata do equipamento — mesmo sob pressão, baixa luminosidade e estresse extremo.

Fixação confiável e versátil
A fixação do Porta Torniquete CAT-02 é feita por:
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Fitas injetadas em PVC, mais rígidas e duráveis
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Botões de latão, que não enferrujam
Essas fitas passam com facilidade tanto em:
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Sistemas MOLLE tradicionais
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MOLLE Laser Cut
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Mochilas de APH Tático
O resultado é menos tempo de montagem e mais eficiência.
Além disso, o CAT pode ser utilizado:
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No colete modular
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No cinto de guarnição
Conta ainda com dois passadores em velcro, permitindo uso no cinto de forma segura, sem comprometer a proteção do torniquete.
Conclusão: não improvise onde não há margem para erro
Torniquete é equipamento crítico.
Porta torniquete também.
Quando o sangramento começa, não existe segunda chance.
Existe apenas:
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O equipamento certo
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No lugar certo
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No momento certo
Proteja quem vai salvar sua vida.
Porque quando chegar a sua vez, não haverá tempo para arrependimento.











