Quando equipamento não é acessório, é parte da sua sobrevivência
Você acha que equipamento tático é tudo igual?
Você escolhe pelo preço ou verifica quem fabricou, como fabricou e para que fabricou?
Quando vai comprar um colete balístico, um torniquete ou uma bandagem, você opta pelo mais barato ou pelo que realmente funciona quando a coisa aperta?
Se a sua resposta foi não, então vale uma reflexão direta, sem romantismo:
Por que, ao adquirir um colete tático modular — a base que sustenta sua placa balística e todo o seu equipamento — você não faz a mesma exigência?
Equipamento tático não é estética.
Não é moda.
Não é “taticool”.
É ferramenta de sobrevivência.
Quando a realidade ensina mais que qualquer marketing
Em janeiro de 2007, entrou em nossa loja um policial militar recém-formado. Entusiasmo no olhar, vontade de fazer a diferença e a convicção típica de quem veste a farda acreditando que agora carrega um propósito maior.
Seu nome: Maicon Marcelo Dumke.
Oriundo de família com tradição militar, Maicon cresceu vendo o pai e o irmão servirem. Para ele, ingressar na Polícia Militar não era apenas um emprego — era continuidade de legado.
“No primeiro momento entrei por questão financeira, mas logo no início me apaixonei pela atividade de Segurança Pública, ainda mais pelo fato de meu pai e meu irmão serem policiais militares.”
Como todo recém-formado, ele tinha expectativas. Esperava apoio institucional, estrutura e equipamento adequado. A realidade foi outra.
“Esperava que a instituição me desse credibilidade e apoio logístico. Isso não aconteceu.”
E aqui entra um ponto que poucos civis entendem: a maioria dos policiais compra o próprio equipamento.
Licitações existem, mas nem sempre entregam qualidade, nem chegam a todos. Durante muito tempo, quem queria equipamento decente precisava tirar do próprio bolso.
Maicon entendeu cedo que, se quisesse um equipamento à altura do seu treinamento, teria que escolher com critério.
11 anos depois, o equipamento ainda estava lá
Quando Maicon nos procurou dizendo que pretendia trocar o colete tático modular, não foi porque ele havia falhado. Muito pelo contrário.
Ele usava o mesmo colete Warfare havia 11 anos, em serviço ativo.
Para quem fabrica equipamento tático sério, ouvir isso não é marketing.
É missão cumprida.
A ocorrência que colocou tudo à prova
Uma das experiências mais dramáticas da carreira de Maicon aconteceu em Jaraguá do Sul – SC.
A informação inicial era grave:
👉 uma mulher estaria tentando se jogar de uma ponte pênsil com um bebê de aproximadamente 11 meses.
Ambiente escuro, difícil visualização, cenário de alto risco.
Na segunda varredura, Maicon localizou a mulher presa pelos cabos de aço da ponte, com a criança. A tentativa de suicídio não havia se concretizado apenas porque as pernas ficaram enroscadas na estrutura.
Sem tempo para cálculo ou hesitação, Maicon se lançou sobre os cabos, travando as próprias pernas para alcançar a mulher. Conseguiu segurá-la — mas não tinha força suficiente para puxar sozinho.
Foi nesse momento que outro policial utilizou a alça de resgate do colete tático Warfare Police que Maicon vestia.
Resultado:
👉 a alça suportou o peso de duas pessoas, cerca de 150 kg, e permitiu o resgate de Maicon, da mulher e da criança.
Sem falha.
Sem rompimento.
Sem “quase”.
Equipamento existe para esse momento — não para vitrine
Ouvir um relato desses não enche apenas de orgulho.
Enche de responsabilidade.
Nós não fabricamos equipamento tático para foto bonita. Fabricamos para momentos como esse.
“Após usar o colete tático por 11 anos, posso afirmar com certeza que o equipamento superou — e muito — minhas expectativas. Foi usado exaustivamente, em ocorrências de todo tipo, e se mostrou extremamente versátil e funcional em todos os cenários.”
Esse tipo de depoimento desmonta um dos maiores erros do mercado: achar que durabilidade se mede no primeiro mês de uso.
Equipamento bom é aquele que:
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Aguenta o tempo
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Aguenta o abuso
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Aguenta o erro humano
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Aguenta o imprevisível
O equipamento certo não substitui treinamento — mas potencializa tudo
Maicon resume de forma cirúrgica:
“Na minha opinião, o equipamento faz 50% do serviço. Aliado ao conhecimento e às técnicas, formam o par perfeito para o sucesso das missões.”
Equipamento ruim não mata sozinho.
Mas te coloca em desvantagem.
E em Segurança Pública, desvantagem custa caro.
Um conselho direto aos recém-formados
A fala final de Maicon deveria ser lida por todo policial em início de carreira:
“Comprem o que há de melhor em equipamento. Gastem o quanto for preciso. Equipamentos de ponta salvam vidas.”
Ele viu colegas comprarem material mais barato.
Viu esse material se deteriorar.
Viu esses colegas gastarem novamente — e continuarem mal equipados.
Depois de 11 anos, a conclusão foi simples:
“Os equipamentos Warfare são os melhores que já utilizei. Aconselho que comprem o melhor.”
Equipamento não é custo. É decisão.
Maicon segue na ativa. Busca promoções, novas missões e espera chegar à aposentadoria vivo, com a consciência tranquila de ter feito o que estava ao seu alcance.
A Warfare se orgulha de ter feito parte dessa história.
E de saber que, em um momento crítico, nosso equipamento não falhou.E você?
👉 Qual é a sua história?







